Filme: Tão Forte, Tão Perto


Sinopse (via Pipoca Moderna)
Oskar Shell (o estreante Thomas Horn) tem nove anos de idade e perdeu o pai, que estava em um dos prédios do World Trade Center na manhã dos ataques. Um ano após a tragédia, Oskar encontra no armário de seu pai uma misteriosa chave. No envelope onde ela se encontrava, apenas o nome Black. Começa aí a jornada de Oskar em busca da fechadura que esta chave abre, uma forma que ele encontra de manter acesa em sua vida a memória do pai.
Mas Oskar não é um garoto comum. Ele sofre de algumas fobias, assim como tem dificuldade em se relacionar com as pessoas. Para ajudá-lo a superar estes problemas de socialização, seu pai, interpretado por Tom Hanks, um cientista e pesquisador amador que trabalha como joalheiro, costumava criar uma série de desafios para o filho.
Esses desafios, chamados de Expedições de Reconhecimento, eram na verdade estímulos para que Oskar superasse seus medos e implicavam em solucionar mistérios fazendo investigações, buscando objetos escondidos ou resolvendo enigmas que dependiam de idas a algumas partes da cidade.
É com esse espírito que o jovem passa a visitar pessoas em Nova York com o sobrenome de Black, tentando descobrir se elas conheciam seu pai e de onde é a chave misteriosa. Ao mesmo tempo, ele sente o distanciamento da mãe (interpretada por Sandra Bullock), que parece não ter superado ainda a perda do marido. Em sua jornada, Oskar monta um diário com fotos das pessoas que vai conhecendo, criando um pequeno painel de diversidade, tipos de pessoas e suas histórias.




Minha opinião
Se eu disser pra vocês que chorei feito um bebê com esse filme vocês acreditam? Pois é, apesar das críticas que li sobre ele, o filme me trouxe uma visão totalmente diferente. Não sei bem o porquê, mas o simples fato da busca incessante do garotinho em estar mais perto de seu pai mesmo sabendo que ele havia falecido, me conquistou de uma maneira que fez com que o filme entrasse pra lista dos meus favoritos. Toda a luta dele em vencer os medos e encontrar a tal pessoa cujo sobrenome é Black fez com que eu me emocionasse. A parte em que ele e sua mãe colocam os pratos na mesa foi a cena mais importante pra mim, a cena que eu mais me emocionei.
Mas no geral, o que me mais me deixou encantada foi a atuação de Horn, o garoto começou agora e já conseguiu mostrar que tem um ótimo futuro nas telonas. Espero vê-lo novamente num papel melhor elogiado!



Trailer



"Não podemos mudar o impossível, mas podemos tentar."

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